Cantor tentou evitar prisão, mas a Justiça não considerou o caso urgente
A defesa de Gusttavo Lima tentou, por meio de um habeas corpus, livrar o cantor da prisão preventiva, mas a Justiça não aceitou.
A 4ª Câmara Criminal do Recife deu a resposta na tarde desta terça (24), negando o pedido.
O juiz afirmou que o caso não tem urgência suficiente para a revogação da prisão preventiva, decisão tomada durante o plantão judiciário.
O desembargador ainda destacou que a defesa não mostrou que era impossível protocolar o pedido no horário normal.
Os advogados de Gusttavo Lima alegaram que o cantor estava sofrendo constrangimento ilegal e sugeriram medidas cautelares no lugar da prisão.
Entenda o pedido de prisão
A Polícia Civil de Pernambuco lançou, no início de setembro, a Operação Integration, que resultou em 19 mandados de prisão e 24 de busca e apreensão em cinco estados, incluindo ordens de prisão para Deolane Bezerra e Gusttavo Lima.
Além da prisão, a Justiça ordenou o indiciamento do cantor e suspendeu o seu passaporte.
Nota da defesa
Na segunda (23), a defesa de Gusttavo Lima soltou uma nota sobre o pedido de prisão, emitido pela juíza Andréa Calado da Cruz.
A nota afirma que a defesa soube do pedido pela mídia, que já estão tomando as medidas cabíveis e que a decisão vai contra os fatos esclarecidos. Eles prometeram lutar contra o que consideram uma decisão injusta e sem base legal.
