Esse é o primeiro rolê público do presidente após o tombo do último fim de semana
Após uns dias trabalhando do seu cantinho no Palácio da Alvorada, a casa do presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tá de volta ao Planalto nesta sexta-feira (25)! Ele vai assinar um acordo para reparar os estragos da tragédia de Mariana (MG) que rolou em 2015.
Esse evento marca o retorno de Lula aos holofotes depois da queda que ele teve no último final de semana, que deixou uma marquinha na parte de trás da cabeça e rendeu cinco pontos.
O objetivo dessa nova conversa sobre a reparação é corrigir os danos que o rompimento da barragem da mineradora Samarco causou. Vamos juntos nessa!
Além de Lula, quem vai marcar presença nesse evento é uma galera de peso! Confirmaram que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, o governador de Minas Gerais (MG), Romeu Zema (Novo), e o governador do Espírito Santo (ES), Renato Casagrande, também vão dar o ar da graça.
E não para por aí! Integrantes do judiciário mineiro e representantes de movimentos que defendem as vítimas da tragédia também foram convidados para se juntar a esse momento importante.
Na quinta-feira (24), o ministro Barroso deu uma sacudida nas coisas e decidiu transferir para o STF o procedimento de repactuação dos danos causados pela tragédia. Isso significa que o acordo vai deixar de ser homologado pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) e agora vai ser a Suprema Corte que vai dar o selo de aprovação.
Acordo
O acordo promete ser grandioso, somando a bagatela de R$ 170 bilhões! Esse montante inclui os pagamentos que já foram feitos pela Vale, BHP e Samarco, além de novas grana e compromissos das mineradoras.
Pra relembrar, a barragem da Samarco, que é uma parceria entre a Vale e a BHP, se rompeu em novembro de 2015, liberando uma tsunami de lama que levou 19 vidas e deixou um monte de gente sem casa. A destruição não parou por aí: florestas, comunidades e rios da região, incluindo o famoso Rio Doce, foram severamente afetados, até chegando ao mar!
Segundo o Ministério Público do Estado (MPMG), foram cerca de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro invadindo comunidades, arrasando plantações e poluindo a bacia do Rio Doce, com consequências que chegaram até o litoral do Espírito Santo.
