O novo modelo vai ser maior, mais potente e capaz de rodar longas distâncias levando equipamentos no planeta vermelho
Com o adeus do Ingenuity em janeiro, depois de arrasar em 72 voos históricos em Marte, a Nasa já está com tudo em cima de um novo projeto para o planeta vermelho! E adivinhe? Eles estão preparando um helicóptero muito mais top e autônomo para explorar o que é de mais misterioso por lá.
De acordo com a New Scientist, esse novo helicóptero, chamado Chopper, tem um truque impressionante: ele vai cortar a atmosfera de Marte com tudo, desacelerando só na hora de pousar sozinho. E o mais legal? Vai percorrer quilômetros por dia, transportando equipamentos pesados para revolucionar as descobertas científicas no planeta!
Em entrevista ao pessoal da revista, o supervisor do Ingenuity, Teddy Tzanetos, do famoso JPL (Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa), detalhou tudo sobre o Chopper. E olha só, esse drone não é brincadeira não. Com seis lâminas e 35 quilos (20 vezes mais pesado que o Ingenuity!), ele vai ter uma autonomia de até 3 km por sol (o dia marciano, que tem 24h40min), podendo carregar até 5 kg de equipamentos. Vai ser um marco para a exploração de Marte
Como vai funcionar o novo helicóptero de Marte?

Agora é hora do Chopper brilhar! Ao contrário do Ingenuity, que chegou em Marte na “barriguinha” do rover Perseverance, o novo helicóptero vai dar um show e fazer seu próprio pouso direto da órbita para a superfície do planeta vermelho. Como? Simples: ele vai ser equipado com um jetpack – sim, aquele dispositivo motorizado que dá um boost na desaceleração e no controle do pouso assim que ele entrar na atmosfera de Marte.
Claro que, como tudo no espaço, o jetpack traz seus desafios. Isso porque ele exige um design mais complexo, com um sistema extra de propulsão que precisa ser leve e, ao mesmo tempo, totalmente independente. Mas, adivinha? Esse desafio vem com suas recompensas!
A maior vantagem é que o Chopper não vai precisar daquele sistema de pouso mega complexo e caríssimo, igual ao que o Ingenuity usou. E o melhor de tudo: ele pousa sozinho, sem a necessidade de ficar procurando o melhor ponto na atmosfera para aterrissar. Isso significa que o Chopper pode ser mais leve, mais eficiente e, claro, vai gastar menos combustível, o que é música para os ouvidos de quem ama tecnologia sustentável!
Novos projetos, velhos desafios
O Chopper pode até ser o novo queridinho da Nasa, mas antes que ele vire realidade, a equipe de engenharia vai ter que enfrentar o que muitos consideraram “impossível” na época do Ingenuity. E quem confirma isso é o próprio Tzanetos, o engenheiro elétrico da missão, que lembra que o desenvolvimento do Ingenuity foi quase uma batalha contra a descrença interna da Nasa.
“Disseram que a física não nos deixaria levantar um helicóptero no céu de Marte, mas tivemos que provar que estávamos certos, e o tempo foi nosso aliado”, conta ele, com um sorriso de vitória.
Agora, com um hexacóptero do tamanho do rover Perseverance, as dificuldades aumentam, e não é pouco. O principal desafio é o mesmo que o Ingenuity já venceu: como alimentar e controlar um drone em uma atmosfera com apenas 1% da densidade da nossa.
Para entender a magnitude do problema, imagine o seguinte: a densidade atmosférica aqui na Terra, ao nível do mar, é de 1,225 kg/m³. Em Marte? Apenas 0,020 kg/m³. Isso significa que, como as hélices dependem do ar para gerar sustentação, em Marte o ar é tão fininho que fica difícil para o drone criar força suficiente para decolar. Por isso, as hélices precisam girar a uma velocidade insana para dar conta de tudo.
Mas Tzanetos não está desanimado, não. Ele promete que a equipe vai “lutar muito” para garantir que a Nasa inclua o Chopper no orçamento das futuras missões marcianas. E, claro, ele está cheio de confiança no projeto. A Nasa tem um histórico de superar desafios, e esse não vai ser diferente!

Uma resposta
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