MEC pode pegar até 20% do Fundeb pra bancar o programa, mas aquele repasse garantido tá com os dias contados
Olha só a treta: a tal PEC do Corte de Gastos abriu a porteira pra que até 20% da grana que a União coloca no Fundeb vá direto pros estados e municípios tocarem o programa Escola em Tempo Integral. Essa foi uma das jogadas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pra tentar dar uma levantada no número de crianças e jovens em escolas de turno integral. E tudo isso mesmo com o Ministério da Educação (MEC) enfrentando um corte de orçamento pra lá de amargo.
Nos bastidores do Planalto, a galera comenta que o presidente Lula tá inquieto. Ele quer porque quer que programas como o Escola em Tempo Integral e o Pé de Meia sigam firmes e fortes, deixando aquele gostinho de “melhoria pra população” que marcou os governos petistas anteriores.
A parada é que, enquanto essa previsão de reforço do Fundeb pro programa aparece no papel, o MEC tá lidando com um rombo gigante. Semana passada mesmo, foi anunciado um corte de R$ 1,6 bilhão. Sim, bilhões. É tipo tentar encher uma piscina com um copinho d’água.
E a novela não acaba aí. Tem gente apostando que, nos próximos projetos enviados ao Congresso, pode rolar uma mudança na regra do jogo: a Educação talvez perca aquela obrigação de usar uma parte da verba diretamente no Escola em Tempo Integral. Traduzindo: sem esse “carimbo” na grana, o programa pode ficar ainda mais na corda bamba, mesmo com a promessa dos repasses do Fundeb.
Que situação, né? O futuro das escolas integrais tá parecendo mais um episódio tenso de novela brasileira: cheio de cortes, mudanças e muita expectativa.

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