Médico do Sírio-Libanês tira a real sobre o tal hematoma subdural crônico e dá aquele toque sobre o cuidado pós-queda em vovôs e vovós!
O neurologista Tarso Adoni, do Hospital Sírio-Libanês, mostra que os riscos de quedas em idosos não são brincadeira.
O cara explicou que o tal hematoma subdural crônico, que foi o diagnóstico do Lula, tá ficando mais de boa pra acontecer, sabe? Isso rola muito por conta do envelhecimento da galera no mundo todo. “Esse hematoma, que geralmente vem de trauma bobo, tipo um toque leve na cabeça, é a parada mais comum”, revelou Adoni, mandando aquele alerta esperto!
Riscos do hematoma subdural crônico
Segundo o neurologista, situações super corriqueiras como escorregar no banheiro, bater a cabeça ao sair do carro ou levantar de repente podem causar esse tipo de sangramento chato. Ele comparou o processo a uma “torneira com vazamento leve”, onde gotinhas pequenas vão se acumulando aos poucos.
Adoni destacou a seriedade do rolê: “Quando algo cresce na cavidade craniana, não tem muito espaço pra se expandir. Então, vai pressionar tudo o que tá por baixo”. E aí, isso pode dar sinais neurológicos e acabar pedindo uma cirurgia. Não é coisa pra brincar, viu?
Cuidados e recuperação pós-episódio
O médico destacou a importância de dar aquela desacelerada e cuidar bem depois de quedas, especialmente em idosos. Sobre a recuperação do Lula, Adoni sugeriu que tudo deve voltar no esquema devagar, com possíveis restrições em viagens e deslocamentos maiores no início.
Esse alerta vale pra todo mundo que cuida de vovôs e vovós: depois de tombo ou batida na cabeça, mesmo que pareça leve, tem que ficar de olho. Pequenas coisas podem acabar se tornando maiores, e a prevenção é sempre melhor que o remédio!
