Próxima parada: Senado Federal
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados mandou aquele “tá aprovado!” para o Projeto de Lei 104/2015 nesta quarta-feira (11). A ideia? Colocar um ponto final no uso de celulares e outros gadgets portáteis durante as aulas.
Com 45 votos a favor e 14 contra, o projeto passou no esquema “terminativo”, ou seja, nem precisa da tradicional votação no plenário. Agora, é a vez do Senado Federal decidir o futuro da proposta.
O texto é claro: nada de aparelhos eletrônicos nas salas de aula – a menos que o professor dê sinal verde para atividades pedagógicas.
Para a criançada da educação infantil e os pequenos do início do ensino fundamental, a restrição vai além: nada de celular em outras áreas da escola, nem nos intervalos.
Mas calma, que tem exceção! Se rolar alguma emergência ou se for um aluno com deficiência ou necessidades especiais, o uso dos aparelhos será liberado, garantindo aquele acesso essencial à educação.
O relator da proposta, deputado Renan Ferreirinha (PSD-RJ), soltou o verbo durante o voto na CCJ: “Galera, o uso exagerado de celulares em aula tá virando um problemão. Os estudantes acabam mergulhando em conteúdos que não têm nada a ver com aprendizado.”
Pra ele, isso não só tira o foco geral da sala, como também mina aquele tempo precioso de socialização entre os alunos. Motivos mais que suficientes pra botar ordem no uso desses aparelhos na escola, né?
Governo e estados na mesma vibe:
O governo federal e alguns estados já estão super a favor dessa proibição. No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (PSD) deu seu “não pode!” em fevereiro, assinando um decreto que bane celulares nas escolas públicas municipais – nada de usar nem na sala de aula nem no recreio.
Já em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sancionou uma lei na última sexta (6) proibindo os dispositivos nas escolas de todo o estado.
Apoio de peso – globalmente falando:
Essa medida não tá sozinha no mundo. Ela tem o carimbo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Unesco, que já alertaram pra relação meio tensa entre o uso desenfreado de tecnologia e a queda no desempenho escolar.
E mais: países como Bélgica, Espanha e Reino Unido já puxaram o freio e adotaram restrições semelhantes. Afinal, estudos confirmam: menos tela, mais aprendizado!

Respostas de 2
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