Durante a Cúpula do Clima no Azerbaijão, o país vai arrasar com sua matriz energética super sustentável!
Galera, se liga! Em 2023, a concentração de gases de efeito estufa chegou a níveis absurdos, segundo a ONU. O gás carbônico, aquele vilão do clima, é responsável por cerca de 64% do impacto no aquecimento global. E, convenhamos, isso é um baita alerta!
Os especialistas estão gritando: se a gente não mudar o jogo agora, o planeta vai esquentar ainda mais. A chave? Investir pesado na tal da transição energética! Isso mesmo, galera, mudar o foco para fontes de energia limpa, que não poluem o nosso ar e ainda ajudam a preservar o futuro do nosso planeta.
José Magalhães, o CEO da Honeywell para a América Latina, manda a real: “Para segurar esse aquecimento, o melhor caminho é a transição energética. A ideia é trocar os combustíveis fósseis, que emitem toneladas de carbono, por alternativas mais verdes, como a energia solar, eólica e hídrica. E o melhor? O carbono liberado nessas fontes pode ser reciclado, ou seja, entra num ciclo de reuso que é mais sustentável!”
Então, galera, o que podemos fazer? Simples! Empresas e governos têm que achar aquele equilíbrio maroto entre investir em energia limpa e garantir que os custos não pesem no bolso da galera. Tem que ser uma mudança que empodere o meio ambiente, sem prejudicar a vida de quem vive aqui.

Durante a COP29, que começa no dia 11 de novembro no Azerbaijão, os holofotes estarão voltados para a transição energética e os ajustes necessários para lidar com as mudanças climáticas.
O que mais tem preocupado os especialistas é o impasse em torno do novo valor de recursos que países ricos devem repassar para as nações em desenvolvimento. A meta de U$S 100 bilhões por ano, que deveria ter sido alcançada entre 2020 e 2025, foi cumprida apenas de forma parcial – e a cobrança está no ar.
A especialista em mudanças climáticas do BID Brasil, Kátia Fenyves, levanta uma questão crucial: “Na COP29, precisamos refletir sobre como chegamos ao ponto de entender os combustíveis fósseis como vilões dessa crise climática. E agora, como podemos fazer essa transição de maneira justa, sem deixar ninguém para trás?”
E é aí que o Brasil entra em cena com tudo! O país já se destaca globalmente com uma matriz energética composta por 84% de fontes renováveis – um número impressionante se comparado à média do G20, que fica em apenas 29%. A energia solar, em particular, é um dos maiores destaques do Brasil, sendo responsável por 90% da produção nacional, só ficando atrás de gigantes como China, Estados Unidos e Alemanha. E isso sem contar com as fontes eólica e hídrica, que também somam força ao país.
Carlos Nobre, cientista e climatologista, não deixa por menos: “O Brasil tem um potencial gigantesco para gerar energia renovável a partir dos oceanos. E a energia solar e eólica, além de serem muito mais baratas do que os combustíveis fósseis, geram mais empregos e são vantajosas para a economia. Ou seja, além de ajudarem o meio ambiente, elas ainda dão um gás na sociedade, deixando o custo da energia industrial muito mais acessível.”
Com tudo isso, o Brasil se posiciona cada vez mais como um protagonista global na busca por soluções sustentáveis, mostrando que é possível, sim, alavancar o crescimento com foco no futuro do planeta.
