Fabrício Moreira Bastos, o Adido de Defesa em Tel Aviv, Vai Voltar ao Brasil para Se Defender
Imagina a cena: um coronel do Exército brasileiro, Fabrício Moreira Bastos, que está sendo investigado pela Polícia Federal por suposta participação em uma tentativa de golpe, recebe nada mais, nada menos, do que a Ordem do Rio Branco das mãos do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)! Sim, ele foi condecorado em 20 de novembro do ano passado, com direito a uma medalha de Comendador — um dos maiores graus dessa honraria.
Agora, o coronel está em Tel Aviv, como Adido de Defesa na Embaixada Brasileira, e, apesar de estar na linha de frente de uma guerra, coordenando a repatriação de brasileiros durante o conflito entre Israel e Hamas, sua carreira deu uma reviravolta no mínimo surpreendente.
Ele foi indiciado pela PF, junto com outros militares, por envolvimento em algo que parece bem sério. Falou-se de uma carta com teor golpista, mas o relatório final da PF ainda está em sigilo. E, claro, isso pegou todo mundo de surpresa — principalmente o Exército, que nem imaginava que Bastos estaria nessa.
De acordo com o Diário Oficial da União, Bastos deveria ficar até 2025 em Tel Aviv, mas ele deve voltar ao Brasil antes para enfrentar o indiciamento e preparar sua defesa. O baque foi grande para a galera do Exército, principalmente porque o nome dele, junto com o do general Nilton Rodrigues Diniz, foi o que mais deu o que falar. E o mais chocante? Só começaram a se preocupar quando, há duas semanas, o pessoal foi chamado para prestar depoimento sobre o caso.
Agora, o que vai acontecer daqui pra frente? Fica a dúvida no ar…
