Projeto do Dnit promete abrir caminho para a concessão da hidrovia do rio Tocantins. Bora navegar?
Prepare-se: a tão esperada licença ambiental do Ibama para tirar o Pedral do Lourenço do mapa (ou melhor, do fundo do rio Tocantins) tem tudo para sair do forno em janeiro de 2025! Quem crava isso é o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, junto com a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).
Tá, mas o que é esse tal de derrocamento? Basicamente, é o trampo de remover umas rochas gigantes que estão atrapalhando geral. No caso, o Pedral do Lourenço, que fica entre Marabá e Tucuruí, no Pará, e está barrando o show da navegação na bacia Tocantins-Araguaia.
Essa missão cabulosa é responsabilidade do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), mas só pode rolar com o aval verde do Ibama. E é aí que entra a licença ambiental tão esperada.
Por que é tão importante? Simples: sem essa obra, adeus à concessão da hidrovia do rio Tocantins, que é prioridade máxima da Antaq. O plano é soltar o edital de concessão em 2026 e, até lá, botar a hidrovia nos trilhos – ou melhor, nas águas.
Segundo Eduardo Nery, chefão da Antaq, o cronograma tá assim: licença saindo, obras começando logo em seguida. Enquanto isso, o processo de concessão vai voando em paralelo. “Assim que o Pedral for desbancado, a concessionária já assume a operação da hidrovia”, garantiu ele.
Ah, e não para por aí: em julho, a Antaq juntou forças com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pra bolar estudos e projetos voltados pras hidrovias brasileiras, com destaque pros rios Tapajós e Tocantins. Esse trabalhão conjunto deve ganhar vida já em janeiro de 2025, e o potencial de investimento? Um modesto R$ 4 bilhões pra deixar as hidrovias tinindo!
Agora é só esperar pra ver o rio Tocantins brilhar como nunca antes.
