Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego despencaram em 6 mil, indo para 213 mil na semana que terminou em 16 de novembro. O que está rolando?
Gente, se liga! A galera nos EUA que tá pedindo auxílio-desemprego caiu de forma inesperada na última semana! Isso significa que o mercado de trabalho pode ter dado aquele gás em novembro, depois de um mês de outubro meio devagar, por causa dos furacões e das greves que mexeram com tudo.
Os números mostram que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 6.000, totalizando 213.000 na semana que acabou em 16 de novembro, segundo o Departamento do Trabalho. Bem menos do que o esperado pelos economistas, que estavam contando com 220.000 pedidos!
Vale dizer que essa semana coincidiu com o feriado do Dia dos Veteranos, o que pode ter dado aquela mexida nos números, mas ainda assim a queda foi um baita susto positivo!
Claro que o começo de outubro foi tenso, com os furacões Helene e Milton, além das greves de funcionários da Boeing e de outras empresas do setor aéreo, mas, mesmo assim, as demissões continuaram em um patamar superbaixo.
Ou seja, apesar de uma contratação meio mais devagar, o mercado de trabalho está conseguindo segurar as pontas e o impacto não foi tão grande quanto parecia!
Os números de pedidos de auxílio-desemprego refletiram exatamente o período em que o governo foi a campo entrevistar empresas para aquele famoso relatório de empregos de novembro.
E tem mais: os dados da terça-feira mostraram que, sim, o impacto das tempestades Helene e Milton, junto das greves pesadas no setor aeroespacial, foram responsáveis pela desaceleração tão forte no crescimento do emprego em outubro.
Agora, as coisas começam a mudar. A greve da Boeing já chegou ao fim no começo deste mês, depois que os trabalhadores fecharam um acordo e aceitaram um novo contrato. Além disso, as áreas afetadas pelos furacões estão se reerguendo, o que vai gerar pelo menos 100.000 novos empregos para o relatório de novembro. Ou seja, pode vir coisa boa por aí!
