Clima de “e agora?” domina o mercado depois que os rebeldes tomaram Damasco e o presidente Bashar al-Assad deu no pé pra Rússia
Segunda-feira agitada no mercado de petróleo! Os preços deram aquele salto esperto e já estão subindo mais de 1,5%, com as tensões no Oriente Médio deixando todo mundo de cabelo em pé. O motivo? Rebeldes invadiram a capital da Síria, e o presidente Bashar al-Assad fugiu rapidinho para a Rússia.
Olha só os números: às 13h15, o barril Brent tava bombando, com alta de 1,79%, custando US$ 72,40. O WTI foi além, subindo 2,19% e chegando a US$ 68,68 por barril.
E tem mais: a Petrobras também pegou carona nesse embalo. As ações ordinárias da empresa subiram 2,68% e tão sendo negociadas a R$ 43,18. Nada mal, hein?
Tudo isso começou no domingo, quando o mundo parou pra ver o governo de Bashar al-Assad desmoronar. Rebeldes tomaram Damasco e declararam a cidade “livre”. Já Assad? Sumiu do mapa e foi bater na Rússia com a família, onde ganhou asilo humanitário – quem contou isso foi a agência russa TASS, direto do Kremlin.
Os especialistas, que até então tavam super relaxados, juravam que a crise na Síria não ia mexer tanto com o mercado, já que o país não tá brilhando no cenário do petróleo faz tempo. Mas, olha só, bastou esse climão de incerteza pra balançar as coisas.
Na sexta-feira passada, antes desse rolo todo, o preço do petróleo tinha até caído mais de 1%, porque o papo era de que a oferta ia estar sobrando em 2025. Só que agora, com esse rebuliço todo, as previsões ficaram no ar.

Uma resposta
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