É Dia Mundial da Psoríase! Vamos espalhar a conscientização neste dia 29!
Olha só, pessoal! Hoje, dia 29, estamos celebrando o Dia Mundial da Psoríase! E o motivo? Aumentar a conscientização e trazer apoio pra galera que enfrenta essa batalha.
De acordo com a galera da Associação Brasileira de Psoríase e Artrite Psoriásica, cerca de cinco milhões de brasileiros estão lidando com essa condição. E não se engane: a psoríase não afeta só a pele, mas também pode impactar a saúde mental de quem a tem.
E falando em histórias reais, a diva Beyoncé revelou que tem psoríase desde pequena! Em uma entrevista super emocionante à revista Essence, ela compartilhou: “Minhas lembranças estão ligadas ao meu cabelo. A relação que temos com nossos fios é uma jornada pessoal. Desde as idas ao salão da minha mãe até meu pai passando óleo no meu couro cabeludo pra tratar a psoríase – esses momentos foram sagrados pra mim.” É muita identificação, né?
Além da Bey, outros famosos também têm suas histórias, como Kim Kardashian, Xand Avião, Cyndi Lauper, Cara Delevingne e Cameron Diaz. Quer conferir quem mais está na lista? Olha só a galeria acima!
Mas afinal, o que é essa tal de psoríase?
Pra esclarecer tudo, conversamos com o dermatologista Victor Bechara, que é da Sociedade Brasileira de Dermatologia e professor de Cosmiatria lá na UFRJ. Ele explica que a psoríase é uma comorbidade inflamatória crônica da pele que, atenção, não é contagiosa! Ou seja, não se preocupe, não é algo que você pega por aí!
Segundo o Victor, essa doença pode dar as caras no couro cabeludo, nas unhas e até nas mucosas. E, pra completar, em cerca de 30% dos casos, ela também ataca as articulações! E não para por aí: a psoríase também pode estar ligada a problemas mais sérios, como doenças cardiometabólicas e gastrointestinais. É bom ficar de olho!
Sintomas mais comuns da psoríase: O que você precisa saber!
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, os sintomas da psoríase podem variar bastante de pessoa para pessoa, dependendo da gravidade da condição. Mas, em geral, fique atento a esses sinais:
- Manchas vermelhas com escamas secas que podem ser branquíssimas ou prateadas;
- Pequenas manchas brancas ou escuras que ficam como lembrança depois que as lesões vermelhas melhoram;
- Pele seca e rachada, que pode até sangrar às vezes;
- Coceira, queimação e aquela dor chata;
- Unhas que ficam grossas, descoladas, amareladas e com formatos esquisitos (tipo sulcos e depressões);
- Inchaço e rigidez nas articulações; e em casos mais severos, pode rolar até destruição e deformidades nas articulações!
E tem mais: o Victor destaca que alguns fatores podem aumentar as chances de você desenvolver a doença. Entre eles estão a genética (cerca de 3% dos casos têm histórico familiar), estresse, obesidade, tabagismo e até algumas medicações que podem piorar a situação.
Tipos de psoríase: Vamos entender!
O dermatologista Victor Bechara explica que existem vários tipos de psoríase, e cada um pode aparecer de um jeito diferente. Por exemplo, tem a que afeta as unhas, causando descolamento (isso é chamado de onicólise) e pequenas depressões nas unhas, conhecidas como pitting ungueal. É bem peculiar!
Além disso, tem pacientes que podem apresentar uma vermelhidão intensa com descamação que toma conta de toda a superfície do corpo. Um dos casos clássicos é a psoríase eritrodérmica, que é supervisível e pode ser bem desconfortável. E não para por aí: quando as articulações são afetadas, isso pode resultar em dor, inflamação e até incapacitar a pessoa diagnosticada. É importante ficar atento a todos esses detalhes!
Tratamento e prevenção da psoríase: Cuide-se!
O Victor Bechara destaca que a psoríase pode dar uma balançada na autoestima e no emocional de quem convive com ela. Por isso, é super importante lembrar que há tratamentos eficazes por aí!
Ele também ressalta que muitos pacientes se beneficiam de um acompanhamento psicológico, que é essencial para ajudar no controle e evitar que a doença piore.
E quem faz o papel de detetive da pele? O dermatologista, claro! Esse profissional é quem diagnostica e guia o tratamento da condição, que envolve uma série de abordagens. Além de mudar o estilo de vida — tipo controlar o peso com exercícios físicos e uma alimentação mais saudável, além de reduzir o consumo de tabaco e álcool — também rola o uso de medicações tópicas, orais (como imunomoduladores e imunobiológicos) e até fototerapia.
A melhor dica pra prevenção? Fique ligado em qualquer sintoma que aparecer! Quanto mais cedo o diagnóstico, mais fácil será lidar com o tratamento. Então, não vacile: cuide-se!

Respostas de 2
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