Flávio Dino manda Prefeitura baixar os preços dos serviços funerários para os valores antigos, e agora o STF entra na jogada pra resolver essa novela!
Segura essa: o Supremo Tribunal Federal (STF) vai entrar no clima e decidir se a privatização dos serviços funerários em São Paulo tá valendo ou não. O caso ainda não tem data marcada pra ser julgado, mas já tá dando o que falar!
O babado começou quando o ministro Flávio Dino, no último domingo (24), mandou a Prefeitura de São Paulo dar um passo atrás e voltar a cobrar os preços de antes da privatização nos serviços funerários, cemitérios e cremação. É isso mesmo, ele disse: “Segura a tabela antiga aí até a gente resolver essa treta!”
E tem mais! Dino foi direto ao ponto e garantiu que a discussão vai pro plenário do STF, onde todos os ministros vão dar seu parecer sobre o rolê da privatização. Antes disso, eles ainda precisam revisar essa decisão mais fresquinha do ministro.
A briga ficou quente mesmo nas eleições municipais deste ano. Guilherme Boulos, do PSOL, subiu o tom e chamou a privatização de “indústria da morte”. Ele prometeu dar um jeito de reverter a concessão se tivesse chance. Mas o prefeito Ricardo Nunes, do MDB, não deixou barato e, durante o último debate antes do segundo turno, deu aquela resposta atravessada: “O serviço funerário era uma piada quando era estatal!”
Nunes também fez questão de destacar que os preços estão congelados desde 2019 e que o pessoal do CadÚnico não paga nada pelos serviços. Ainda por cima, garantiu 25% de desconto pra quem tá de baixa renda, mas não tá cadastrado.
Depois da decisão de Dino, a Prefeitura soltou uma nota bem pistola, dizendo que voltar aos preços antigos é um baita retrocesso. Pra eles, as mudanças feitas até agora ajudaram os mais pobres e fizeram toda a diferença.
Agora é esperar pra ver como o STF vai desenrolar essa treta. A decisão promete ser um divisor de águas, não só pros serviços funerários, mas pra todo o debate sobre privatização e o papel do Estado. Fica de olho, porque esse capítulo vai ser quente!
